Sessão: Quinta-feira, 26 de novembro de 2015

.: Pauta 2ª Comissão Disciplinar- 01 de Dezembro de 2015 :.

2ª COMISSÃO DISCIPLINAR

PAUTA DE JULGAMENTO DO DIA 01/12/2015

EDITAL DE CITAÇÃO/INTIMAÇÃO N° 110/2015 

De ordem do Presidente do Tribunal de Justiça Desportiva Doutor Paulo César Gradela Filho e nos termos dos arts. 45, 46 e seguintes do CBJD, faço  publicar o presente Edital em que são CITADAS E INTIMADAS as partes abaixo nominadas, para  que querendo apresente defesa pessoalmente, ou ainda, se fazer representar por advogado  de  defesa, via procuração expressa, no processo contra elas movido nesta Justiça Desportiva, tornando público através deste Edital, que

No dia  01DE DEZEMBRO DE 2015 ou na Sessão Subseqüente, a partir das 19:00 horas  (Terça - Feira), serão julgados na sede do TJD/PR, sito na Avenida República Argentina,2153 – Portão, Curitiba, Paraná, os seguintes processos:

AUTOS N°. 439/2015 – EM TRÂMITE

AUDITOR RELATOR: DR. LUCIANO COSTENARO DE OLIVEIRA

CAMPEONATO AMADOR DA CAPITAL- SERIE B- ADULTO- 2015

JOGO: GR IPIRANGA X UBERLÂNDIA EC

DATA: 19/09/2015

DENUNCIADO (S):

ANTONIO A. C. ANNUNCIAÇÃO

GR IPIRANGA

DENÚNCIA DA PROCURADORIA: DR. RODOLFFO GARDINI FAGUNDES

1° DENUNCIADO: ANTONIO A. C. ANNUNCIAÇÃO, massagista da EPD Uberlândia EC, conforme se extrai da súmula, sua exclusão de campo se deu por reclamar acintosamente das marcações da arbitragem, ofendendo o árbitro assistente nº 01 com as seguintes palavras “tomar no cu, arbitragem fraca” (grifo nosso).A descrição do ato infracional foi corroborada pelo Delegado da Partida no RDJ. Dessa forma, deve ser o 1º Denunciado, por assim agir, apenado nas sanções previstas no artigo 258, § 2º, II do Código Brasileiro de Justiça Desportiva.

2° DENUNCIADO: GR IPIRANGA, entidade de prática desportiva (mandante da partida), cabe destacar primeiramente, conforme se extrai da Súmula, que houve “paralisação devido ao sumiço das bolas do jogo”. Ainda no tocante ao 2º Denunciado, cabe destacar relato do árbitro em Súmula e do Delegado da Partida no RDJ que, ao final do jogo, houve invasão de dois torcedores na área dos vestiários do estádio, xingando o trio de arbitragem de “filhos da puta, safados”, ameaçando-os de morte e jogando o líquido de cerveja que estavam tomando no trio de arbitragem e no delegado de partida. Ainda que a súmula e o RDJ informem que não há como identificar a que clube pertenciam os dois torcedores invasores, é de conhecimento de todas as agremiações participantes dos campeonatos patrocinados pela FPF, que a segurança, condições de segurança e infraestrutura dos estádios, garantias ao trio de arbitragem cabem ao clube mandante. E assim, à qualquer ato e/ou intercorrência que caracterize infração ao CBJD, responderá o clube mandante. Ao se caracterizar a invasão, configura-se falta de segurança da praça desportiva. Cabe ao clube mandante garantir que não haja desordem em sua praça desportiva e o fato concreto que aqui se analisa caracteriza evidente desordem, falha na segurança e na infraestrutura. Por assim agir, apenado nas sanções previstas nos artigos 191, III, 206, 258, § 2º, I, 258-B, § 2º, 191, III, 211 e 213, I e II, 184 do CBJD.

 

AUTOS N°. 493/2015 – EM TRAMITE

AUDITOR RELATOR: ANDERSON GASPAR                                                                      

CAMPEONATO AMADOR DA CAPITAL- SERIE B- ADULTO- 2015

JOGO: URE SANTA QUITERIA X SE RENOVICENTE

DATA: 10/10/2015

DENUNCIADO (S):

JULIANO G. BATISTA

BRUNO V. ALVES

LUIZ C. GRDEM

URE SANBTA QUITÉRIA

DENÚNCIA DA PROCURADORIA: DR. MARCELO AUGUSTO ANGIOLETTI

1° DENUNCIADO: JULIANO G. BATISTA, atleta do URE SANTA QUITÉRIA, O 1° e 2° Denunciados, atletas, foram expulsos de forma direta após troca de ofensas aos 37 (trinta e sete minutos do primeiro tempo), quais sejam: “VÁ TOMAR NO CÚ FILHO DA PUTA, VOCÊ VAI VER, VAMOS LÁ FORA”. Os 1° e 2° Denunciados foram expulsos de forma direta após troca de ofensas verbais. Por assim agir, incorre nas sanções previstas no artigo 243 F, A, § 1°, do Código Brasileiro de Justiça Desportiva.

2° DENUNCIADO: BRUNO V. ALVES, atleta do SE RENOVICENTE, O 1° e 2° Denunciados, atletas, foram expulsos de forma direta após troca de ofensas aos 37 (trinta e sete minutos do primeiro tempo), quais sejam: “VÁ TOMAR NO CÚ FILHO DA PUTA, VOCÊ VAI VER, VAMOS LÁ FORA”. Os 1° e 2° Denunciados foram expulsos de forma direta após troca de ofensas verbais. Por assim agir, incorre nas sanções previstas no artigo 243 F, A, § 1°, do Código Brasileiro de Justiça Desportiva.

3° DENUNCIADO: LUIZ C. GRDEM, presidente do URE SANTA QUITÉRIA, Aos 81 (oitenta e um) minutos de jogo o 3° Denunciado, Presidente do URE SANTA QUITÉRIA, invadiu o campo alegando ter sido ofendido por jogadores da equipe adversária. Durante a confusão duas bombas foram arremessadas por torcedores não identificados em cima do telhado do bar, em direção ao vestiário da equipe visitante. Em decorrência da confusão a partida ficou paralisada por 15  (quinze) minutos. O 3° Denunciado, Presidente da equipe mandante invadiu o campo, e incorre nas sanções previstas no artigo 258-B do Código Brasileiro de Justiça Desportiva.

4° DENUNCIADO: URE SANTA QUITÉRIA, EPD, por não manter o local do evento com infra estrutura necessária para assegura a segurança. Incorre nas sanções previstas nos artigos 211 e 213, I, e III, e §1° do Código Brasileiro de Justiça Desportiva.

 

AUTOS N°. 496/2015 – EM TRAMITE

AUDITOR RELATOR: ANDERSON GASPAR                                                                      

CAMPEONATO PARANANESE DE FUTEBOL SUB 19-  2015

JOGO: MARINGÁ FC X LONDRINA FC

DATA: 03/10/2015

DENUNCIADO (S):

ADRIANO ROBERTO INÁCIO JR

ANDREW SOUZA DE BARROS

DJULIO JUNIO DA COSTA

WELLINGTO FELIPE DE OLIVEIRA SILVA

IZAQUE OLIVEIRA DA SILVA

DENÚNCIA DA PROCURADORIA: DR. HENRIQUE CARDOSO DOS SANTOS

1° DENUNCIADO: ADRIANO ROBERTO INÁCIO JR, atleta da EPD MARINGÁ FC, conforme relato do jogo sumulado, Aos 5 minutos do segundo tempo, o atleta n. 17, Sr. Adriano Roberto Inácio Júnior, da equipe Maringá FC, necessitou atendimento, após o atendimento o mesmo alegou não ter mais condições de continuar na partida, e não voltou ao campo de jogo. Aos 6 minutos do segundo tempo, o atleta n. 18, Sr. Andrew Souza de Barros, da equipe Maringá FC, necessitou atendimento, alegando uma contusão, após o atendimento o mesmo alegou não ter mais condições de continuar na partida, e não voltou ao campo de jogo. Aos 9 minutos do segundo tempo, o atleta n. 16, Sr. Djulio Junio da Costa, da equipe Maringá FC, após uma disputa de bola, necessitou atendimento, após o atendimento o mesmo alegou não ter mais condições de continuar na partida, e não voltou ao campo de jogo. Aos 10 minutos do segundo tempo, o atleta n. 15, Sr. , Wellington Felipe de Oliveira Silva, da equipe Maringá FC, necessitou atendimento, após o atendimento o mesmo alegou não ter mais condições de continuar na partida, e não voltou ao campo de jogo. Aos 33 minutos do segundo tempo, o atleta n. 8, Sr. Izaque Oliveira da Silva, da equipe Maringá FC, necessitou atendimento, após o atendimento o mesmo alegou não ter mais condições de continuar na partida, e não voltou ao campo de jogo, assim sendo, nesse momento a equipe do Maringá Fc ficou reduzida a 06 atletas. Mesmo alegando que não retornaria ao campo de jogo, eu e a equipe de arbitragem aguardamos 10 minutos para saber se o atleta acima citado ia ter as condições de retornar ao campo de jogo, não acontecendo tal situação, portanto a partida foi encerrada por numero insuficiente de atletas, já conforme relatado a equipe do Maringá FC ficou com apenas 06 atletas no campo de jogo.” O expediente da simulação de contusões resta evidenciado pela sequência inverossímil de atletas apresentaram “lesões” em série – aos 5, 6, 9, 10 minutos do 2º tempo, além do derradeiro aos 33 minutos daquele tempo de jogo. Note-se que a EPD do Londrina EC fez seu 4º gol aos 3 minutos, e o 5º aos 8 minutos do 2º tempo da partida, e o 6º e o 7º aos 30 e 31 minutos daquele mesmo tempo de jogo. Temendo sofrer ainda mais gols, os referidos Denunciados acabaram por simular problemas físicos de forma a forçar o término da partida, o que não é admitido pela norma de conduta desportiva. Num exercício ainda de boa-vontade, é fato que não existem relatos médicos de quais lesões teriam sofrido os Denunciados de forma a afastar a possibilidade de continuarem em campo, e de acordo com o desenrolar dos fatos, inescapável a constatação de simulação entre aqueles atletas. Destarte, agindo deliberadamente no sentido de abandonar o campo de jogo, obrigando a arbitragem a encerrar a partida. Os supra Denunciados praticaram a conduta reprovada pelo artigo 258, parágrafo 2º, inciso I, do CBJD

2° DENUNCIADO: ANDREW SOUZA DE BARROS, atleta da EPD MARINGÁ FC, conforme relato do jogo sumulado, Aos 5 minutos do segundo tempo, o atleta n. 17, Sr. Adriano Roberto Inácio Júnior, da equipe Maringá FC, necessitou atendimento, após o atendimento o mesmo alegou não ter mais condições de continuar na partida, e não voltou ao campo de jogo. Aos 6 minutos do segundo tempo, o atleta n. 18, Sr. Andrew Souza de Barros, da equipe Maringá FC, necessitou atendimento, alegando uma contusão, após o atendimento o mesmo alegou não ter mais condições de continuar na partida, e não voltou ao campo de jogo. Aos 9 minutos do segundo tempo, o atleta n. 16, Sr. Djulio Junio da Costa, da equipe Maringá FC, após uma disputa de bola, necessitou atendimento, após o atendimento o mesmo alegou não ter mais condições de continuar na partida, e não voltou ao campo de jogo. Aos 10 minutos do segundo tempo, o atleta n. 15, Sr. , Wellington Felipe de Oliveira Silva, da equipe Maringá FC, necessitou atendimento, após o atendimento o mesmo alegou não ter mais condições de continuar na partida, e não voltou ao campo de jogo. Aos 33 minutos do segundo tempo, o atleta n. 8, Sr. Izaque Oliveira da Silva, da equipe Maringá FC, necessitou atendimento, após o atendimento o mesmo alegou não ter mais condições de continuar na partida, e não voltou ao campo de jogo, assim sendo, nesse momento a equipe do Maringá Fc ficou reduzida a 06 atletas. Mesmo alegando que não retornaria ao campo de jogo, eu e a equipe de arbitragem aguardamos 10 minutos para saber se o atleta acima citado ia ter as condições de retornar ao campo de jogo, não acontecendo tal situação, portanto a partida foi encerrada por numero insuficiente de atletas, já conforme relatado a equipe do Maringá FC ficou com apenas 06 atletas no campo de jogo.” O expediente da simulação de contusões resta evidenciado pela sequência inverossímil de atletas apresentaram “lesões” em série – aos 5, 6, 9, 10 minutos do 2º tempo, além do derradeiro aos 33 minutos daquele tempo de jogo. Note-se que a EPD do Londrina EC fez seu 4º gol aos 3 minutos, e o 5º aos 8 minutos do 2º tempo da partida, e o 6º e o 7º aos 30 e 31 minutos daquele mesmo tempo de jogo. Temendo sofrer ainda mais gols, os referidos Denunciados acabaram por simular problemas físicos de forma a forçar o término da partida, o que não é admitido pela norma de conduta desportiva. Num exercício ainda de boa-vontade, é fato que não existem relatos médicos de quais lesões teriam sofrido os Denunciados de forma a afastar a possibilidade de continuarem em campo, e de acordo com o desenrolar dos fatos, inescapável a constatação de simulação entre aqueles atletas. Destarte, agindo deliberadamente no sentido de abandonar o campo de jogo, obrigando a arbitragem a encerrar a partida. Os supra Denunciados praticaram a conduta reprovada pelo artigo 258, parágrafo 2º, inciso I, do CBJD

3° DENUNCIADO: DJULIO JUNIO DA COSTA, atleta da EPD MARINGÁ FC, conforme relato do jogo sumulado, Aos 5 minutos do segundo tempo, o atleta n. 17, Sr. Adriano Roberto Inácio Júnior, da equipe Maringá FC, necessitou atendimento, após o atendimento o mesmo alegou não ter mais condições de continuar na partida, e não voltou ao campo de jogo. Aos 6 minutos do segundo tempo, o atleta n. 18, Sr. Andrew Souza de Barros, da equipe Maringá FC, necessitou atendimento, alegando uma contusão, após o atendimento o mesmo alegou não ter mais condições de continuar na partida, e não voltou ao campo de jogo. Aos 9 minutos do segundo tempo, o atleta n. 16, Sr. Djulio Junio da Costa, da equipe Maringá FC, após uma disputa de bola, necessitou atendimento, após o atendimento o mesmo alegou não ter mais condições de continuar na partida, e não voltou ao campo de jogo. Aos 10 minutos do segundo tempo, o atleta n. 15, Sr. , Wellington Felipe de Oliveira Silva, da equipe Maringá FC, necessitou atendimento, após o atendimento o mesmo alegou não ter mais condições de continuar na partida, e não voltou ao campo de jogo. Aos 33 minutos do segundo tempo, o atleta n. 8, Sr. Izaque Oliveira da Silva, da equipe Maringá FC, necessitou atendimento, após o atendimento o mesmo alegou não ter mais condições de continuar na partida, e não voltou ao campo de jogo, assim sendo, nesse momento a equipe do Maringá Fc ficou reduzida a 06 atletas. Mesmo alegando que não retornaria ao campo de jogo, eu e a equipe de arbitragem aguardamos 10 minutos para saber se o atleta acima citado ia ter as condições de retornar ao campo de jogo, não acontecendo tal situação, portanto a partida foi encerrada por numero insuficiente de atletas, já conforme relatado a equipe do Maringá FC ficou com apenas 06 atletas no campo de jogo.” O expediente da simulação de contusões resta evidenciado pela sequência inverossímil de atletas apresentaram “lesões” em série – aos 5, 6, 9, 10 minutos do 2º tempo, além do derradeiro aos 33 minutos daquele tempo de jogo. Note-se que a EPD do Londrina EC fez seu 4º gol aos 3 minutos, e o 5º aos 8 minutos do 2º tempo da partida, e o 6º e o 7º aos 30 e 31 minutos daquele mesmo tempo de jogo. Temendo sofrer ainda mais gols, os referidos Denunciados acabaram por simular problemas físicos de forma a forçar o término da partida, o que não é admitido pela norma de conduta desportiva. Num exercício ainda de boa-vontade, é fato que não existem relatos médicos de quais lesões teriam sofrido os Denunciados de forma a afastar a possibilidade de continuarem em campo, e de acordo com o desenrolar dos fatos, inescapável a constatação de simulação entre aqueles atletas. Destarte, agindo deliberadamente no sentido de abandonar o campo de jogo, obrigando a arbitragem a encerrar a partida. Os supra Denunciados praticaram a conduta reprovada pelo artigo 258, parágrafo 2º, inciso I, do CBJD

4° DENUNCIADO: WELLINGTO FELIPE DE OLIVEIRA SILVA, atleta da EPD MARINGÁ FC, conforme relato do jogo sumulado, Aos 5 minutos do segundo tempo, o atleta n. 17, Sr. Adriano Roberto Inácio Júnior, da equipe Maringá FC, necessitou atendimento, após o atendimento o mesmo alegou não ter mais condições de continuar na partida, e não voltou ao campo de jogo. Aos 6 minutos do segundo tempo, o atleta n. 18, Sr. Andrew Souza de Barros, da equipe Maringá FC, necessitou atendimento, alegando uma contusão, após o atendimento o mesmo alegou não ter mais condições de continuar na partida, e não voltou ao campo de jogo. Aos 9 minutos do segundo tempo, o atleta n. 16, Sr. Djulio Junio da Costa, da equipe Maringá FC, após uma disputa de bola, necessitou atendimento, após o atendimento o mesmo alegou não ter mais condições de continuar na partida, e não voltou ao campo de jogo. Aos 10 minutos do segundo tempo, o atleta n. 15, Sr. , Wellington Felipe de Oliveira Silva, da equipe Maringá FC, necessitou atendimento, após o atendimento o mesmo alegou não ter mais condições de continuar na partida, e não voltou ao campo de jogo. Aos 33 minutos do segundo tempo, o atleta n. 8, Sr. Izaque Oliveira da Silva, da equipe Maringá FC, necessitou atendimento, após o atendimento o mesmo alegou não ter mais condições de continuar na partida, e não voltou ao campo de jogo, assim sendo, nesse momento a equipe do Maringá Fc ficou reduzida a 06 atletas. Mesmo alegando que não retornaria ao campo de jogo, eu e a equipe de arbitragem aguardamos 10 minutos para saber se o atleta acima citado ia ter as condições de retornar ao campo de jogo, não acontecendo tal situação, portanto a partida foi encerrada por numero insuficiente de atletas, já conforme relatado a equipe do Maringá FC ficou com apenas 06 atletas no campo de jogo.” O expediente da simulação de contusões resta evidenciado pela sequência inverossímil de atletas apresentaram “lesões” em série – aos 5, 6, 9, 10 minutos do 2º tempo, além do derradeiro aos 33 minutos daquele tempo de jogo. Note-se que a EPD do Londrina EC fez seu 4º gol aos 3 minutos, e o 5º aos 8 minutos do 2º tempo da partida, e o 6º e o 7º aos 30 e 31 minutos daquele mesmo tempo de jogo. Temendo sofrer ainda mais gols, os referidos Denunciados acabaram por simular problemas físicos de forma a forçar o término da partida, o que não é admitido pela norma de conduta desportiva. Num exercício ainda de boa-vontade, é fato que não existem relatos médicos de quais lesões teriam sofrido os Denunciados de forma a afastar a possibilidade de continuarem em campo, e de acordo com o desenrolar dos fatos, inescapável a constatação de simulação entre aqueles atletas. Destarte, agindo deliberadamente no sentido de abandonar o campo de jogo, obrigando a arbitragem a encerrar a partida. Os supra Denunciados praticaram a conduta reprovada pelo artigo 258, parágrafo 2º, inciso I, do CBJD

5° DENUNCIADO: IZAQUE OLIVEIRA DA SILVA, atleta da EPD MARINGÁ FC, conforme relato do jogo sumulado, Aos 5 minutos do segundo tempo, o atleta n. 17, Sr. Adriano Roberto Inácio Júnior, da equipe Maringá FC, necessitou atendimento, após o atendimento o mesmo alegou não ter mais condições de continuar na partida, e não voltou ao campo de jogo. Aos 6 minutos do segundo tempo, o atleta n. 18, Sr. Andrew Souza de Barros, da equipe Maringá FC, necessitou atendimento, alegando uma contusão, após o atendimento o mesmo alegou não ter mais condições de continuar na partida, e não voltou ao campo de jogo. Aos 9 minutos do segundo tempo, o atleta n. 16, Sr. Djulio Junio da Costa, da equipe Maringá FC, após uma disputa de bola, necessitou atendimento, após o atendimento o mesmo alegou não ter mais condições de continuar na partida, e não voltou ao campo de jogo. Aos 10 minutos do segundo tempo, o atleta n. 15, Sr. , Wellington Felipe de Oliveira Silva, da equipe Maringá FC, necessitou atendimento, após o atendimento o mesmo alegou não ter mais condições de continuar na partida, e não voltou ao campo de jogo. Aos 33 minutos do segundo tempo, o atleta n. 8, Sr. Izaque Oliveira da Silva, da equipe Maringá FC, necessitou atendimento, após o atendimento o mesmo alegou não ter mais condições de continuar na partida, e não voltou ao campo de jogo, assim sendo, nesse momento a equipe do Maringá Fc ficou reduzida a 06 atletas. Mesmo alegando que não retornaria ao campo de jogo, eu e a equipe de arbitragem aguardamos 10 minutos para saber se o atleta acima citado ia ter as condições de retornar ao campo de jogo, não acontecendo tal situação, portanto a partida foi encerrada por numero insuficiente de atletas, já conforme relatado a equipe do Maringá FC ficou com apenas 06 atletas no campo de jogo.” O expediente da simulação de contusões resta evidenciado pela sequência inverossímil de atletas apresentaram “lesões” em série – aos 5, 6, 9, 10 minutos do 2º tempo, além do derradeiro aos 33 minutos daquele tempo de jogo. Note-se que a EPD do Londrina EC fez seu 4º gol aos 3 minutos, e o 5º aos 8 minutos do 2º tempo da partida, e o 6º e o 7º aos 30 e 31 minutos daquele mesmo tempo de jogo. Temendo sofrer ainda mais gols, os referidos Denunciados acabaram por simular problemas físicos de forma a forçar o término da partida, o que não é admitido pela norma de conduta desportiva. Num exercício ainda de boa-vontade, é fato que não existem relatos médicos de quais lesões teriam sofrido os Denunciados de forma a afastar a possibilidade de continuarem em campo, e de acordo com o desenrolar dos fatos, inescapável a constatação de simulação entre aqueles atletas. Destarte, agindo deliberadamente no sentido de abandonar o campo de jogo, obrigando a arbitragem a encerrar a partida. Os supra Denunciados praticaram a conduta reprovada pelo artigo 258, parágrafo 2º, inciso I, do CBJD

 

AUTOS N°. 472/2015 – EM TRAMITE

AUDITOR RELATOR: HELIO ORTIZ NETO                                                                          

CAMPEONATO AMADOR DA CAPITAL- SERIE A-  2015

JOGO: VILA FANNY FC X TRIESTE FC

DATA: 10/10/2015

DENUNCIADO (S):

VINICIUS ARAUJO

EBERSON ARAÚJO

DENÚNCIA DA PROCURADORIA: DR. MARCELO FONSECA GURNISKI

1° DENUNCIADO: VINICIUS ARAUJO, preparador físico integrante da entidade de prática desportiva Vila Fanny FC, por proferir as seguintes palavras ao árbitro da partida “fraco, ladrão, vagabundo, você não vai sair vivo daqui”. Por assim agir, incorre nas sanções previstas nos artigo 243-F do Código Brasileiro de Justiça Desportiva.

2° DENUNCIADO: EBERSON ARAÚJO, técnico integrante da entidade de prática desportiva Vila Fanny FC, por, conforme descrições anexo à sumula da partida, ofender o árbitro da partida por mensagens via rede mundial de computadores, no dia 11/10/2015, afirmando que o árbitro é prepotente, sem respeito, sem educação, que utiliza o cartão como um revolver, que ameaça os participantes da partida, consignando, ainda, que é e será um simples árbitro do amador. Por assim agir, incorre nas sanções previstas nos artigo 243-F do Código Brasileiro de Justiça Desportiva. Alternativamente, caso não seja esse o entendimento deste C. Órgão Julgador, o técnico incorre nas sanções previstas no artigo 243-C.

 

AUTOS N°. 499/2015 – EM TRAMITE

AUDITOR RELATOR: RENATO GALVÃO CARRILLO                                                           

CAMPEONATO AMADOR DA CAPITAL- SERIE A- ADULTO  2015

JOGO: SOBE IGUAÇU X ABE NOVO MUNDO FC

DATA: 07/11/2015

DENUNCIADO (S):

WEIMAR W. RODRIGUES

DENÚNCIA DA PROCURADORIA: DR. BRUNO CAVALCANTE DE OLIVEIRA

1° DENUNCIADO: WEIMAR W. RODRIGUES, atleta da equipe do ABE NOVO MUNDO F.C., foi expulso por dupla advertência aos 65’ após chutar o calcanhar do atleta adversário de maneira temerária, impedindo chance de gol. Por assim agir, o atleta denunciado incorre na sanção prevista no artigo 258, ‘caput’, do CBJD

 

AUTOS N°. 502/2015 – EM TRAMITE

AUDITOR RELATOR: LUCIANO COSTENARO DE OLIVEIRA                                               

CAMPEONATO AMADOR DA CAPITAL- SERIE B- JUVENIL-  2015

JOGO: YPIRANGA FC X SOBI SÃO BRAZ

DATA: 07/11/2015

DENUNCIADO (S):

JOHNATHAN F. SOARES

JOHNATHAN F. SOARES

DENÚNCIA DA PROCURADORIA: DR. MARCELO FONSECA GURNISKI

1° DENUNCIADO: JOHNATHAN F. SOARES, atleta com registro CBF sob nº 532272, integrante da entidade de prática desportiva Ypiranga FC, por, ao ser substituído, retirar a camisa, motivando a sua expulsão aos 76’00’’ da partida. Por assim agir, incorre nas sanções previstas nos artigos 258 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva.

2° DENUNCIADO: JOHNATHAN F. SOARES, atleta com registro CBF sob nº 532272, integrante da entidade de prática desportiva Ypiranga FC, por, após ser expulso, adentrar ao campo de jogo, ir em direção ao árbitro da partida e proferir as seguintes palavras: “Você está de sacanagem né?”. Por assim agir, incorre nas sanções previstas nos artigos 258-B e 258, ambos do Código Brasileiro de Justiça Desportiva.

 

 

Publicação: 26/11/2015 às 16:34